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Diário Flagrante
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A história do Surrealismo em Portugal é ainda um território aberto à descoberta e às surpresas. Um território parcialmente inexplorado onde podemos encontrar, junto a alguns protagonistas já universalmente conhecidos, outros que estão pedindo ainda uma urgente reavaliação ou recuperação e alguns quase que uma verdadeira ressurreição em parte por ter ficado à sombra dos “vultos maiores” mas também por se terem afastado do mundo literário ou artístico (ou pelo menos da face mais pública e espetacular desse mundo), como foi o caso de um Risques Pereira ou o do poeta que aqui e agora celebramos publicando a sua obra poética: Fernando Alves dos Santos (1928-1992), de quem pouco se soube exceto a sua dedicação preferente à atividade teatral e à sua participação em alguns dos episódios da aventura surrealista nos seus primeiros momentos de afirmação e intervenção polêmica e em alguma das exposições que posteriormente tentariam recuperar momentos ou aspectos particulares daquela intervenção mais com um propósito de renovada provocação do que com os objetivos e os métodos do historiador e do arqueólogo.
| Acabamento | Brochura |
|---|---|
| Páginas | 144 |
| Data de publicação | 01/06/1996 |
| Formato | 20 x 13 x 2 |
| Lombada | 2 |
| Altura | 2 |
| Largura | 13 |
| Comprimento | 20 |
| Tipo | pbook |
| Número da edição | 1 |
| Classificações BISAC | POE005020; POE023000; LIT024000 |
| Classificações THEMA | DC; DSC |
| Idioma | por |
| Peso | 0.2 |

